terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Felicidade conjugal exclui as crianças?

Pesquisa britânica diz que casais sem filhos têm união mais feliz. Quer saber o segredo deles?

Casais sem filhos são mais felizes no casamento. Essa é a conclusão de um estudo britânico feito por cientistas da Open University. Por que esses cônjuges estão mais satisfeitos? A resposta parece simples: eles dedicam mais tempo à manutenção do relacionamento.
A pesquisa aponta que casais sem rebentos conversam mais abertamente, dizem “eu te amo” com mais frequência, apoiam o parceiro e sabem agradecer. O resultado é que eles se sentem mais valorizados dentro da união, em relação aos pares com filhos. O levantamento foi feito durante 2 anos com 5 mil pessoas de várias faixas etárias, classes sociais e orientação sexual.
Para a terapeuta de casais Cláudya Toledo, a correria do dia a dia está roubando o tempo que antes era dedicado ao relacionamento. Ela explica que as longas jornadas de trabalho e a maior inserção da mulher no mercado modificaram a estrutura da união. “Antes, a mulher se dedicava mais às questões emocionais e o marido era o provedor. Ela cuidava da casa, da família e do relacionamento. Hoje, estamos perdendo qualidade de vida e não temos mais essa pessoa que se dedica ao casamento”, analisa.
Com data marcada
Apesar da falta de tempo, Cláudya assegura que é possível melhorar a satisfação conjugal. Ela afirma que o segredo para os casais que desejam ser mais felizes está na agenda. É isso mesmo. Assim como o planejamento da vida financeira, do trabalho e dos encontros com amigos, o casal também deve planejar o amor.
“É importante ter um dia certo para sair com o parceiro, conversar, desenvolver a cumplicidade e melhorar a intimidade a dois. Por que tudo na vida tem planejamento, menos o amor?”, questiona. O conselho vai para casais com ou sem filhos. “Os pais precisam entender que os filhos não devem estar presentes em todos os momentos, há conversas que eles não podem ouvir. Delimitar o espaço do casal faz bem à família inteira”, acrescenta. Aprender um idioma, frequentar aulas de dança, preparar jantares ou mesmo caminhar são opções simples que ajudam a aproximar o casal.
Marley e eles
Casados há 13 anos, Elaine Santos e Sérgio Antonio da Silva são apontados por amigos como um exemplo de união feliz. Para Elaine, de 32 anos, a receita de sucesso está em muito diálogo, no respeito mútuo e na fé em Deus. “Conversamos bastante e sempre procuramos ceder para entrar em acordo. Além disso, ele é muito carinho e atencioso comigo”, derrete-se ela. Já o marido Sérgio, de 35 anos, conta que não resiste ao belo sorriso e ao jeito bem-humorado da esposa.
O casal, que não deseja ter filhos, aproveita o tempo livre para fazer atividades juntos. “Adoramos ver filmes e ir ao parque. Eu também me divirto com as piadas dele, ele é muito palhaço”, brinca Elaine. Há 2 anos, o casal decidiu escolher um cachorro para aumentar a família. Antes de adotar um filhote, porém, Elaine e Sérgio pensaram em cada detalhe e pesquisaram informações sobre diferentes raças até decidirem pelo labrador Marley. “Ele gosta de brincar e nos acompanha em caminhadas, é um verdadeiro companheiro. Saímos pelas ruas do bairro todos os dias de manhã. Eu e Marley levamos meu marido à estação de trem, que é bem perto de casa”, finaliza Elaine, garantindo que encontrou a felicidade ao lado de Sérgio.
Detalhes que fazem a diferença
Aromatizar a casa com cheirinhos especiais, preparar a comida preferida do companheiro e escolher uma roupa bem bonita. Essas são algumas das atividades que Vivian de Jesus Gonçalves Santos gosta de fazer para agradar o marido Armando, com que é casada há quase 3 anos. Vivian acredita que a felicidade a dois está em pensar no parceiro sempre. “Tudo o que a gente faz é pensando em nós, nossa alegria está nos pequenos detalhes. Gosto de agradá-lo e ele também faz surpresas, não precisa de data especial”, revela.
O casal garante que investir no relacionamento é tarefa diária. “Outro dia estávamos em casa, coloquei uma música e começamos a dançar juntos, foi muito bom”, conta Vivian, que convenceu o marido a adotar a gatinha Nina. E os filhos? “Vamos esperar o momento certo, por enquanto queremos nos curtir”, finaliza.
Faça a sua parte
Veja dicas para melhorar o relacionamento e garantir a satisfação do casal. As sugestões valem para casais com ou sem filhos:
  • Elabore um planejamento do amor, pense no tempo que você vai investir em seu relacionamento
  • Separe na agenda pelo menos um dia na semana só para o casal
  • Mantenha o diálogo aberto
  • Trace objetivos em comum
  • Aprenda a rir dos próprios defeitos e cultive o bom humor
  • Cuide da saúde
  • Mantenha alguns rituais familiares
  • Preserve e desenvolva momentos de intimidade
  • Prefira a paz e nunca durma sem resolver uma briga com o (a) parceiro (a)
  • Encontre uma atividade que os dois façam juntos: pode ser caminhar, ver filmes, dançar, ler e comentar um livro etc.

Como alguém tratado como bicho pode voltar a se sentir gente?

Qual o caminho a ser percorrido para ter a vida transformada?

Todos os dias vemos, principalmente nas grandes cidades, pessoas vivendo nas ruas, contando com a solidariedade alheia para sobreviver. Muitos deles, envolvidos com os vícios, não conseguem ter forças para sair de uma situação que não lhes dá perspectivas.
Se para pessoas adultas viver sem moradia certa, sem o apoio ou o aconchego da família já é uma situação desesperadora, imagine para um menino que foi abandonado pela mãe.
Por mais inacreditável que possa parecer, essa era a situação de Cláudio. Ele foi renegado. “Minha mãe, que já era casada e tinha outros filhos, teve um caso extraconjugal e engravidou. Quando o marido dela me viu, negro, não me aceitou.”
Enxotado
Encarado como um problema, ela decidiu livrar-se de Cláudio de uma vez por todas, e, por isso, desde cedo ele precisou morar nas ruas. Com o passar do tempo, o menino, por diversas vezes buscava abrigo na casa da mãe, mas todas as tentativas foram rechaçadas.
“Fui enxotado. Quando estava com 8 anos, em mais uma das minhas tentativas, ela me agarrou pelos braços com uma fúria inexplicável, lançando-me porta afora. Quando me levantei do chão, cambaleando, mal conseguia entender o que estava acontecendo.”
Em sua vã inocência, Cláudio não entendia como aquilo podia acontecer. Ele alimentava a certeza de que tudo não passava de um castigo, e que um dia seria aceito. A única alternativa foi se unir a um grupo de mendigos.
“O cenário era sempre o mesmo: sujeira, comida estragada, vícios, brigas por qualquer coisa, cheiro forte e desagradável. Cada segundo de vida para mim era um verdadeiro tormento: chutes, pontapés, socos. Minha rotina era apanhar todos os dias.”
Mas, pior do que viver na rua, com o frio intenso e uma série de outras privações, era sofrer na mão da própria família. “Uma vez, um tio me pegou vendendo picolé e me levou na fábrica para devolvê-los. O dono me pagou um pequeno valor pelas vendas e esse tio tomou tudo. Com o dinheiro, comprou um cinto, um aparelho de barbear e uma garrafa de álcool.”
Cláudio conta que o tio lhe deu uma tremenda surra. “Ele me bateu com o lado da fivela do cinto. Sangrei sem parar. Depois, raspou minha cabeça, jogou álcool e saiu. Uma senhora, horrorizada com a cena me socorreu. Cheguei a pensar que morreria naquele dia.”
Animal invisível
Pela sua condição de morador de rua, Cláudio tinha a sensação de que as outras pessoas ignoravam a sua existência e não conseguiam enxergá-lo como um ser humano. “Nas ruas, muitas delas passavam por mim, apressadas, comendo, conversando, mas ninguém enxergava aquele garoto negro, magro, amedrontado e faminto. Era como seu eu estivesse invisível.”
Cláudio vivia como um animal, e só não passava fome porque tirava comida do lixo. “Durante 2 anos morei em uma lixeira de hospital e um dos faxineiros me dava o resto da comida dos doentes.”
No crime
Revoltado com o fato de ser o saco de pancadas alheio, não demorou muito para que se envolvesse com o crime. “Como ainda era muito jovem, algumas pessoas, penalizadas, me ofereciam abrigo, mas não havia conserto para mim e eu acabava roubando coisas de valor de suas casas e voltava para a rua."
Na criminalidade, ele passou a praticar assaltos e participou de um sequestro. “Com a arma na mão eu me mostrava valente, mas no fundo vivia com medo. A essa altura, já estava viciado em drogas e em jogos.”
Em uma ocasião, quando estava para ser preso, ele jurou aos policiais que tinha mãe e que não estava na rua por vontade própria. Ele lembra que lhe disseram que se fosse verdade ele não seria detido, mas que precisava ser reconhecido pela mãe.
“Quando chegamos à sua porta, ela logo apareceu, xingando sem parar. O policial perguntou: ‘Esse sujeito é seu filho, dona?’ Ela respondeu: ‘Não faço ideia de quem ele seja; não o conheço, não o quero em minha calçada.’”
Cláudio passou a odiá-la e prometeu que voltaria para matar a família toda. “O ódio me dominou e desde então me sentia a pessoa mais insignificante do mundo. Todo dia indagava a Deus sobre o porquê de ter nascido e de sofrer tanto. Quando voltei às ruas, providenciei um revólver.”
Convite inesperado
Ele estava decidido a se vingar, mas, inesperadamente, um outro tio apareceu lhe oferecendo ajuda e dizendo que o levaria a um lugar onde voltaria a ser tratado como gente. “Como pode alguém, acostumado a ser tratado como bicho, voltar a ser gente?”, Cláudio se perguntou.
Mesmo surpreso com a oferta, ele aceitou: “Pela primeira vez na vida recebi carinho e atenção, justamente onde jamais havia entrado antes. Depois de assistir a uma reunião, logo fui atendido. Ninguém se importou com o meu cheiro ou com a minha aparência. Tampouco passaram a mão em minha cabeça, mas afirmaram que eu poderia mudar o rumo das coisas. Isso era tudo o que eu queria e precisava ouvir.”
Decisões e ações
Cláudio saiu dali decidido a lutar por uma transformação. “Nada aconteceu da noite para o dia, nem vou dizer que tudo foi fácil ou num estalar dos dedos. Precisei trabalhar muito, como ainda o faço. Porém, só surtiu efeito porque me entreguei à fé viva que havia sido despertada em mim. Por ela já não media esforços, e assim fui realizando sonhos.”
Algum tempo depois, ele conseguiu regularizar a situação com a companheira Eliane, com quem já morava. “Para a família dela, nossa união era sinônimo de degradação: um mendigo com uma alcoólatra. Realmente, qual seria o nosso futuro? Mas, a tese do ‘impossível dar certo’ não nos influenciou, e nossa história passou a surpreender.”
Hoje, o casal celebra o fato de ter mudado a trajetória que parecia impossível para os dois. Cláudio Soares é um empresário respeitado em Belo Horizonte (MG), perito em trânsito, que dá emprego para dezenas de famílias. Ele não tem vergonha de dizer que já foi morador de rua e agradece a Deus por ter passado por tudo isso e renascido das cinzas.
“Alcancei também poder para perdoar a todos que me fizeram mal, principalmente à minha mãe, já em seu leito de morte. Sou patrão e amigo. Tenho um lar, um casamento de muita alegria, sou pai. Sou um vencedor. Não apenas pela estabilidade financeira, mas pela paz, a alegria e a dignidade que conquistei”, conclui.
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domingo, 2 de fevereiro de 2014

CAMERA AO VIVO DO TEMPLO

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As cores na Bíblia

Arqueólogos encontram tecidos tingidos que condizem com a descrição bíblica

“Farás também para a porta da tenda um reposteiro de estofo azul, e púrpura, e carmesim, e linho fino retorcido, obra de bordador.” Êxodo 26.36
Na construção do Tabernáculo, como o livro do Êxodonos ensinou, Deus ordenou a Moisés que usasse o melhor material à disposição na época. No trecho acima são descritas as cores usadas no véu interior da tenda, o que havia de mais nobre em corantes de tecidos naqueles tempos, cores usadas somente pelos mais ricos e nobres – incluindo-se os sacerdotes –, não acessíveis à população comum.
O azul passou a ser como a “cor oficial” dos sacerdotes, usado até hoje nos acessórios e vestes de rabinos – e com o tempo mais acessíveis aos demais judeus da população –, dos quais veio a inspiração para as cores da bandeira de Israel.
O púrpura era usado, durante um tempo, somente por reis, o que foi imitado por pessoas de grandes posses exatamente por sugerir nobreza. Não era uma cor presente em roupas de plebeus ou pessoas mais humildes, sendo até proibido para elas em algumas culturas da época. O carmesim, um vermelho profundo e brilhante, também simbolizava riqueza.
“Ora, havia certo homem rico que se vestia de púrpura e de linho finíssimo e que, todos os dias, se regalava esplendidamente.” Lucas 16.19
A escolha de cores era concernente com as riquezas da época. Se o Tabernáculo teria que ser feito com os materiais mais nobres – madeiras, metais, pedras preciosas e tecidos –, era natural que essas cores fossem escolhidas. O pigmento da púrpura, por exemplo, tinha seu preço bem próximo ao do ouro em algumas cidades, e tecidos tingidos com ele tinham altíssimo valor.
A escolha do púrpura, por exemplo, foi feita ironicamente pelos soldados romanos que levaram o Senhor Jesus à cruz:
“Os soldados, tendo tecido uma coroa de espinhos, puseram-lha na cabeça e vestiram-No com um manto de púrpura.” João 19.2
Essas cores eram nobres por causa da dificuldade de encontrar a matéria-prima para seus pigmentos. O azul e o púrpura eram extraídos de secreções de um molusco marinho, o caramujo murex, em duas variedades.
Já o carmesim era obtido dos corpos secos de insetos – e suas larvas – do gênero kermes (nome do qual se derivou o da cor), comuns na área do Mediterrâneo. Com o tempo, o kermes caiu em desuso, pois foi descoberto que de outro inseto, a cochonilha, podia ser conseguido um corante similar, mas com o rendimento de 10 a 12 vezes maior. O pigmento da cochonilha, aliás, é usado até hoje pela indústria alimentícia, presente em muitos produtos que consumimos.
Descoberta histórica
Com o tempo, novas formas artificiais de chegar a essas cores foram surgindo, e o uso dos moluscos e insetos caiu, no que diz respeito ao uso têxtil. Daí o entusiasmo de arqueólogos israelenses que acharam retalhos de tecidos em cavernas na localidade de Wadi Murabba, em Qumran, perto de onde foram encontrados osManuscritos do Mar Morto. Quando submetidos a análises laboratoriais, constatou-se que os pigmentos naturais são exatamente os descritos na Bíblia, das citadas fontes animais – portanto, da época em que foi escrita.
Os retalhos, com mais de 2 mil anos, são de tecido listrado de branco e azul, enquanto o outro tem azul, carmesim e púrpura.
A Autoridade de Antiguidades de Israel (IAA, na sigla em inglês) divulgou um comunicado no qual diz que “praticamente não há paralelos (para esses retalhos) nos registros arqueológicos”. Dada à importância bíblica dessas cores, e o uso de uma delas nos símbolos israelenses nacionais e de sua crença predominante, é natural entender o entusiasmo pelo “azul bíblico perdido” em sua forma original, bem antes dos corantes sintéticos, hoje encontrados com tanta facilidade.

O que significa Deus? - Bispo Macedo




Amizade perigosa

Quais os riscos de manter uma amizade íntima com alguém do sexo oposto?


Quem nunca ouviu falar de uma história de namoro que começou com amizade? Isso é mais comum do que se imagina. A base de um namoro saudável é uma combinação de afinidades e objetivos em comum, logo, um laço de amizade pode servir como estopim para um relacionamento amoroso. O perigo surge quando um dos dois já está comprometido com outra pessoa. Nesse caso, o estopim pode detonar uma bomba forte o suficiente para destruir lares e arrasar a vida de quem resolve brincar com fogo.
Na época de nossos avós, as mulheres ficavam em casa aprendendo tarefas domésticas e a pouca interação social era com outras mulheres. Um simples namoro era uma tarefa árdua, cheia de rituais familiares e obrigações a serem cumpridas pelo pretendente. Hoje, essas histórias soam como lendas, pois homens e mulheres dividem, lado a lado, postos de trabalho, escolas, áreas de lazer etc. Não há mais dificuldade para que se aproximem tanto física como sentimentalmente.
Ultrapassando os limites
O resultado é que muitas pessoas estão se expondo a situações com as quais não estão preparadas para lidar. Quando, por exemplo, uma mulher comprometida passa a trocar confidências com um colega de trabalho e ele lhe dá atenção, surge entre os dois uma cumplicidade que só deveria existir entre ela e seu companheiro. Quando uma relação de amizade começa a cruzar os limites, basta um passo para que se torne um caso extraconjugal. Ainda que um não tenha intenção de trair, a pessoa não pode controlar os sentimentos do outro nem as consequências desse envolvimento emocional.
As mulheres correm grande risco de embarcar nessa canoa furada, pois, via de regra, a necessidade de um companheiro que lhes ouça e dê atenção é mais forte nelas do que nos homens. Eles, por sua vez, geralmente sentem-se envolvidos mais pela questão física e pela aventura da conquista, e acabam suprindo as necessidades emocionais delas naquele momento. Só mais tarde é que a mulher se dá conta de que aquele seu amigo tão perfeito também tem tantas imperfeições quanto seu parceiro atual – mas então o dano já está feito.
Conviver com outros homens e mulheres é inevitável, mas o ideal é se preservar, limitando-se ao contato necessário, com educação, mas sem dar muita liberdade. Em vez de manter amizades próximas com pessoas do sexo oposto, faça do seu companheiro o seu único amigo íntimo. Toda a energia que você colocaria em outro homem, coloque em conhecer mais o seu parceiro e estreitar suas afinidades. O trabalho para construir uma amizade íntima com um conhecido ou cultivar o relacionamento com seu marido é o mesmo. E é bem menos doloroso ter de cortar amizades e até mesmo trocar de emprego do que viver um desastre em casa. É claro que o homem também deve seguir esses princípios básicos, mas a mudança precisa começar por um dos dois. Na maioria das vezes pelo mais inteligente.
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História mal contada!

A mentira está ligada à insegurança, à dificuldade de lidar com algumas situações ou de assumir o que se pensa



Ela é dita para encobrir erros, conseguir vantagens, evitar rejeição ou mesmo por falta de segurança. Vivemos em uma sociedade acostumada a mentir. Tal como o personagem Pinóquio, muitas pessoas não resistem à tentação de uma mentirinha, seja para elogiar a roupa cafona de um amigo ou justificar um atraso. Cada ser humano ouve cerca de 200 mentiras por dia, segundo o psicólogo Gerald Jellison, da Universidade da Califórnia do Sul.
Mas até que ponto pode ir a mentira? Para um casal de São Paulo, a invenção de um falso sequestro terminou em indiciamento. Após terem o carro roubado na Zona Leste de São Paulo, uma mulher e o namorado disseram à polícia que uma criança havia sido levada dentro do veículo. O objetivo da mentira era acelerar as buscas da polícia pelo automóvel, que não tinha seguro. Sem desconfiar de nada, a polícia mobilizou todas as equipes daquela região e conseguiu encontrar o carro em pouco tempo.
Entretanto, o veículo não apresentava nenhum sinal de que uma criança havia estado ali. O casal não teve alternativa e acabou desmentindo a farsa. Mas o estrago já estava feito. De vítima, o casal passou a responder pelo crime de falsa comunicação de sequestro, com pena de 1 a 6 meses.
O que levou essas pessoas a mentir para a polícia? Para a psicóloga Adriana de Araújo, a situação demonstra algumas possibilidades. “O casal pode ter se desesperado. Eles não pensaram no que poderiam fazer e a primeira coisa que veio à cabeça foi criar a farsa. Outra hipótese é que eles agiram de má fé, para se aproveitar”, diz.
A mentira nunca é uma boa saída, não importa o motivo. Afinal, ninguém gosta de viver de ilusões. Adriana destaca que mentir é uma prova de que a pessoa não consegue assumir o que fez nem enfrentar as consequências de seus atos. “A mentira está ligada à insegurança, à dificuldade de aceitar as respostas de algumas pessoas e ao medo de ser excluída de um grupo”, afirma.
Verdade, a melhor opção
Adriana Araújo acredita que a verdade pode melhorar o convívio social e deixar a vida mais leve. Ela garante que, com um pouco de treino, até os compulsivos por mentiras podem transformar a franqueza em um hábito. “O ideal é aprender a falar a verdade de forma adequada. Com as palavras certas, é possível ser transparente sem ofender ou ser agressivo. A verdade faz nascer uma nova pessoa”, conclui.
Brincadeira de mau gosto?
Por causa de informações falsas, um estudante brasileiro foi parar na cadeia no início de janeiro. Francisco Fernando Cruz, de 22 anos, foi preso no aeroporto de Miami, nos Estados Unidos, após ser identificado como o autor de mensagens enviadas à empresa TAM Linhas Aéreas e à polícia americana com ameaças de bomba em um avião. Nenhum dispositivo foi encontrado na aeronave ou na mala do estudante.
Segundo a imprensa americana, Francisco teria dito à polícia que queria verificar se o remetente das mensagens seria identificado. Além de encontrarem o rapaz, as autoridades de segurança do setor aéreo americano querem que ele responda judicialmente pelas ameaças. Brincadeira, má-fé ou falta de noção, o fato é que a mentira se transformou em um verdadeiro pesadelo para o estudante e para a família dele.
Menos mentira, mais saúde
Dizer a verdade melhora a saúde mental e física. Essa é a conclusão do estudo “A ciência da honestidade”, realizado pela Universidade de Notre Dame, nos Estados Unidos. A pesquisa foi realizada com dois grupos de pessoas durante 10 semanas e a proposta era diminuir ao máximo as mentiras cotidianas. Um outro grupo, que não recebeu nenhuma instrução sobre mentira, também foi monitorado. A conclusão revelou que as pessoas que reduziram as mentiras cotidianas se tornaram mais saudáveis, menos estressadas e sofriam menos com dores de cabeça e problemas de irritação na garganta.
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Qual o significado da água nas reuniões da Universal?

Saiba o que o líquido mais valioso do mundo representa espiritualmente



A água está presente em diversos momentos naUniversal, durante as reuniões ou na vida espiritual que se leva fora dos templos. Muita gente a usa, mas será que sabe o motivo e o que o líquido mais valioso do mundo representa espiritualmente?
Não há possibilidade de vida na natureza sem a presença da água, desde os seres microscópicos até o maior organismo da face da Terra, animal ou vegetal. Ela está no solo, no ar, dentro de nós, em todo lugar. Sem ela, não há produção de alimentos e a higiene é impossível. Guerras já aconteceram por causa dela, e, ao que tudo indica, ainda acontecerão. Nem por isso o desperdício deixou de existir.
Nos tempos bíblicos, muito se falava de construção, de arquitetura, de engenharia. E uma estrutura constante nos textos da Bíblia é a cisterna, onde edificações e até reinos inteiros armazenavam a água necessária à sobrevivência, sobretudo nas áreas desérticas.
Espiritualmente falando, a presença da água na Bíblia vai de Gênesis a Apocalipse. Não é pouco importante.
Uma das primeiras coisas em que pensamos sobre o uso da água em termos de vida espiritual é o batismo. Por imersão, o líquido simboliza que a pessoa é lavada, purificada pelo Espírito Santo, revestida pelo Senhor Jesus, tornando-se nova criatura, morrendo para o mundo e renascendo para uma vida em Deus.
O ato de beber água abençoada, comum na Universal, também faz bastante sentido. Quando a tomamos, ela hidrata cada célula de nosso organismo, fazendo possível seu funcionamento. Flui pelo sangue, está na estrutura de nossos ossos e de cada um de nossos órgãos.
Até Deus se faz perceber a profetas e a outros autores da Bíblia. Refere-se a Si mesmo como a água da vida. Ezequiel 47.1-12 mostra que Israel seria próspera e forte se tudo fosse feito segundo a vida em Deus. Dele partiriam as águas que tornam a existência possível. Jesus mostrou à samaritana em Sicar que Ele próprio era a água que conduzia à vida eterna com Deus (João 4.14).
Com água, Deus purificou o mundo e deu-lhe um recomeço, quando o inundou com o Grande Dilúvio, em Gênesis. A água foi morte para os descrentes e desligados de Deus, e nova vida para o que acreditaram nEle e O seguiram.
Fonte de vida
Como na natureza, a água da vida em Deus está disponível. Uns a têm num leve abrir de torneira, num simples abrir de garrafa. Outros têm de percorrer quilômetros para ter um pouco para beber, se lavar, cozinhar seus alimentos. Em todos os casos, a água não vai até a pessoa, a seu interior. Ela tem de tomar a iniciativa e bebê-la.
Espiritualmente é o mesmo. O sucesso nesta vida terrena e o ingresso na vida eterna dependem diretamente de quanta sede da presença de Deus você tem. Não são raras as pessoas que se dizem cristãs, mas estão espiritualmente “desidratadas”, enquanto outras, de tanto beberem da Água da Vida, têm até para distribuí-La aos sedentos que encontram pelo caminho. Deus faz de cada um de nós, se assim quisermos, fontes de Sua água que purifica e torna a vida possível, agora e no porvir.
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Como Manter o Relacionamento Feliz!


Relacionamento a dois também precisa de manutenção



A nova cama-elástica chegou. E com ela toda a empolgação. Pulos, voos, diversão e felicidade despejados para quem quiser participar da festa. Cada um pula mais alto do que o outro e se anima com o frio na barriga, a vertigem gostosa, a vontade de ir cada vez mais alto e ver o que tem por sobre os muros vizinhos. Os amigos se entusiasmam também, incentivam. Sábado, domingo, sexta e todos os dias da semana que puderem. A cada hora vaga na agenda, uma nova sessão de cama-elástica. Até que alguém se esborracha no chão.
Foi o pé que enferrujou.
Foi o tecido que cedeu.
Foi muito peso ao mesmo tempo.
E está aberta a temporada de caça aos culpados.
É sempre assim: no início tudo se resume em aproveitar ao máximo. Todo o tempo possível, toda a energia que se tem. Mas logo, antes de o tempo deixar que se perceba, o delicioso medo passa. A empolgação vai embora aos poucos também. Pular na cama-elástica vira hábito, quase uma obrigação, já que os amigos ainda insistem que aquilo funcione. Todos se acostumaram com aquele cenário e não vale a pena mudar. Isso até que alguém se esborracha no chão.
A vítima está estatelada no quintal, olhando para a cama-elástica por sobre o ombro e tentando entender o que aconteceu. Machucado, sangrando, indignado. De quem é a culpa? De quem? Não é de ninguém? Ou talvez seja de todos os donos?
Se o pé enferrujou, se o tecido cedeu, se muito foi exigido do brinquedo, a culpa é de quem não fez a manutenção.
De quem é a culpa?
O bispo Renato Cardoso, em seu blog, nos recomenda que sempre perguntemos 5 vezes o porquê das coisas. E aí então teremos uma resposta para o problema. Quase sempre a culpa é de quem tem o problema.
O relacionamento é uma eterna e gigantesca “cama-elástica”. Nela sobem todos os sentimentos, as atitudes, as situações e o passado. Evidentemente, é necessário fazer a manutenção do brinquedo. Prestar atenção se a base está firme, tirar o que está apenas ocupando espaço ou fazendo peso demasiado e desnecessário sobre o tecido.
Muitos casais acreditam que a manutenção do encantamento de um relacionamento é obra do destino. “Está bom como está. Deixe o tempo passar e tudo permanecerá bom”, é o que dizem. Mas não é assim que as coisas são. Na reflexão “Quando um casal não consegue dialogar”, o bispo Renato nos lembra de que menos de 10% da comunicação entre as pessoas é realizada de forma não verbal. É preciso agir.
A cama-elástica não vai se preservar inteira sozinha. O tempo não vai cuidar do seu relacionamento por você. Esteja atento, reflita, dialogue, aja de forma a mostrar que você ama quem está contigo. Não pense que ele pode deduzir isso sozinho, porque, muitas vezes, ele não pode.
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Preste atenção neste vídeo e guarde sua salvação!

AVISO AOS INCAUTOS
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5 provas da Bíblia-5 provas da Bíblia Achados da arqueologia comprovam importantes passagens bíblicas

5 provas da Bíblia-5 provas da Bíblia Achados da arqueologia comprovam importantes passagens

   Embora alguns acreditem que a ciência e a Bíblia se contradizem, muitos cientistas comprovam o Livro Sagrado em diversos ramos.
A arqueologia, por exemplo, a cada dia comprova mais os relatos bíblicos com achados que vão desde minúsculos artefatos a cidades inteiras no Oriente Médio, palco da maior parte dos acontecimentos narrados nas Escrituras.
Listamos aqui cinco dessas grandes descobertas:
1. Os tabletes de Ebla – Placas de argila com escrita cuneiforme encontrados em Ebla, Síria, provam a veracidade do Antigo Testamento, que muitos estudiosos afirmavam ser ficção. Diziam que certas palavras da Bíblia simplesmente não existiam cerca de 800 anos antes de Moisés. Os tabletes, que comprovadamente eram daquela época, estão impressos com as palavras que os céticos disseram não existir no tempo citado. Neles, registros de importantes personagens bíblicos.
 2. Os heteus – Muitos alegavam que os heteus (ou hititas), presentes em vários livros do Antigo Testamento, eram uma “lenda bíblica”. Arqueólogos encontraram nada menos do que a própria capital hitita, repleta de registros de seu povo, na atual região de Bogazkoy, Turquia.
 3. A riqueza de Salomão – De tão grande, a soma de bens do sábio filho de Davi sempre foi contestada por alguns historiadores – que chegavam a duvidar até mesmo da existência dele e de seu pai. Registros arqueológicos em Israel mostram que era costume que a maior parte das riquezas de um reino fosse concentrada sob poder do governante, o que torna o poder econômico de Salomão completamente plausível.
 4. Belsazar – Muitos contestam a existência do rei babilônico citado no livro de Daniel 5. Segundo a História secular registrava, o último rei da Babilônia havia sido Nabonido (555 - 539 antes de Cristo – a.C.). Tabletes encontrados na área da antiga Mesopotâmia comprovam que Belsazar era filho de Nabonido e co-regente do reino – daí a possibilidade de ele, o segundo em comando, oferecer a Daniel o lugar de “terceiro governante” (Daniel 5.16).
 5. Babilônia – Já que falamos no lugar em que os judeus ficaram cativos na época de Daniel, muitos também alegavam que ele não existia. No século 20, a capital babilônica, palco de importantes acontecimentos bíblicos, foi encontrada na área do atual Iraque, além de artefatos com inscrições sobre Nabucodonosor, um de seus mais famosos reis.
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Neste Domingo Grande Concentraçao De Fé e Milagres As 9:30,18:00 e especialmente as 7:00 da Manhã 
Rua Florindo Cappuci 207 Jardim Mauá
|Deus Conta com você!

Força jovem Universal Jd Mauá

FORÇA JOVEM UNIVERSAL-JARDIM MAUÁ




















             ser jovem é ser visionário!